quarta-feira, 12 de junho de 2013










12 de Julho, o dia do desespero alheio da maioria dos solteiros, nunca vi tanta gente reclamando, soltando indiretas e caçando como se estivesse em um safari a procura de um relacionamento de uma noite apenas para não ser o único sozinho(a), posso comparar os solteiros desse dia como uma matilha, se organizando e se juntando para que a solidão não os assole! Mesmo nos dizendo evoluídos ainda agimos como animais a procurar do que todos os outros querem, neste caso evoluímos apenas no objetivo, não suportamos ver a felicidade alheia, não suportamos não merecer um pouco do néctar do amor e em um dia que essa união é comemorada, lá estamos "sozinhos" com o
 é claro o objetivo de um corpo quente para dividir uma cama e um sorriso matutino para dividir felicidades. Costumo dizer mais do que eu deveria o jargão "a vida é dura", digo por acha que ela é dura mesmo e que normalmente quem a torna dura somos nós, e eu entendo todos que acham uma merda acordar todo dia de manhã e não per perspectiva de quando aquele espaço vazio na cama será preenchido novamente, e para piorar, o famigerado "Dia dos Namorados" ou "Dia de Santo Antônio" parece fazer questão de esfregar em nossas caras "olha ai, podia ter alguém, podia estar junto da sua amada(o)", é... a vida é dura.

Era uma merda, ela conseguia fisgar me como nenhuma outra, já se questionaram como isso funciona? Quantos de nós temos a “única” por assim dizer? Onde tudo que você faz, desde que o sol se levanta até quando se esconde é baseado em tirar um sorriso e conseguir algo com aqueles suaves lábios aveludados. Todos torcem por isso, todos querem isso, ter “A" mulher pela qual suas vidas giram como engrenagens, e ai de você se não a tiver por perto, ai dela se tiver nos braços de outro, as engrenagens desregulam e perdem a sua lubrificação e sincronia, sua vida vira de pernas para o ar e parece falar quilos de oxigênio ao seu redor. Não importa o quanto ela pise, não importa o quanto ela te dirige aquele olhar que consegue murchar até o mais robusto dos culhões, tudo se emprega no fim dos dias, sobre o quão vivo é cada sorriso que pode ser eventualmente destinado a você e por quantos beijos você pode roubar daquela boca rubra.

segunda-feira, 10 de junho de 2013










Certa segunda-feira, acordei cedo e dei continuidade a minha rotina, tomei café sentei na minha mesa do trabalho e achei que esse seria só mais um dia e essa rotina não seria quebrada.

Estava tudo normal, nem bem nem mal, até que uma noticia quebra tudo isso.